Sindicato Nacional dos Servidores Federais
da Educação Básica, Profissional e Tecnológica


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SINASEFE cobra ao MEC democratização das IFE
Publicado por Mário Júnior - Seg, 04 nov. 2013 11:49

No dia 24 de outubro (quinta-feira), na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília/DF, aconteceu o mais recente encontro do GT Democratização, o qual sofreu um esvaziamento por parte do próprio governo após a reunião do dia 10 de outubro, quando o SINASEFE questionou as presenças do Proifes e da UNE no espaço.

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Os principais pontos em debate nesta reunião vieram dos projetos anteriormente apresentados no GT, acerca da concepção de democracia nas universidades, quando Andes-SN, Andifes, Fasubra e UNE apresentaram seus projetos em dois dias. O SINASEFE, Sindicato dos trabalhadores do EBTT, não apresentou projeto na ocasião por não compor representação no segmento universitário, mas nossos representantes se posicionaram politicamente e demonstraram conceitos que pode ser levados às instituições nas quais atuamos, como eleições diretas e paritárias para dirigentes, e colegiados deliberativos.

Apesar das limitações que ainda possuímos no campo da democracia interna, a Fasubra Sindical – também presente no GT – afirmou que nosso cenário atual está mais avançado que o das universidades federais, demonstrando o quão arcaica é a perspectiva de democratização das IFE do MEC.

Eleições com pesos iguais para os três segmentos da comunidade acadêmica (técnicos-administrativos, docentes e discentes); nomeação dos reitores e diretores de campi em ordem de classificação no pleito; e a possibilidade de nomeação de técnicos para o cargo de pró-reitor foram alguns dos pontos em que a Fasubra mencionou que as unidades de ensino do EBTT estão à frente das universidades – após ouvir a exposição de nossa experiência.

Mas estamos longe de um cenário ideal! O SINASEFE reivindica, dentre outras demandas, que os técnicos-administrativos também possam ser eleitos como diretores de campi, estando em qualquer dos níveis que compõem o PCCTAE, de acordo com a legislação vigente. O governo, por outro lado, não acena positivamente quanto ao atendimento das nossas reivindicações, ainda mais após esvaziar o GT depois de não termos aceitado que o mesmo abrisse vagas para suas "filiais" (Proifes e UNE) no mesmo sem que houvesse qualquer legitimidade para tal.

A próxima reunião do GT está agendada para o dia 7 de novembro, próxima quinta-feira, novamente na sede do MEC, em Brasília. Em breve divulgaremos mais informações com o relatório da reunião.