Sindicato Nacional dos Servidores Federais
da Educação Básica, Profissional e Tecnológica


Representante dos docentes e técnico-administrativos da Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica
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Grupos de Trabalhos elaboram documento conjunto para fomentar discussão nas bases

Ultrapassados os prazos para finalização das discussões com o governo, os membros dos GTs advindos do Acordo de Greve de 2012, se reuniram nos últimos dias 26 e 27 de julho, na sede do Sinasefe e elaboraram um relatório geral, que englobou todas as atividades e desdobramentos até o momento. A partir da conferencia dos resultados obtidos e da morosidade do governo em relação a categoria, o Sinasefe solicita que as bases construam estratégias para serem debatidas na 117ª Plenária nos dias 17 e 18 de agosto.

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Assinam este relatório geral os GTs: para inclusão dos Técnicos Administrativos das Instituições Militares de Ensino do PGPE para o PCCTAE (Lei 11.091/05); GT Democratização das Instituições Federais de Ensino; GT Racionalização e Dimensionamento da Força de Trabalho; GT Reposicionamento dos Aposentados no PCCTAE e; GT Terceirização.

Cada grupo reuniu materiais de discussões e historiou em relatório todas as atividades desde a greve até esta última semana. Os integrantes dos GTs explicaram a metodologia aplicada e elaboraram também encaminhamentos baseados em perspectivas políticas e técnicas.

Até agora, as reivindicações dos aposentados foram ignoradas com a negativa por parte do governo em reposicionar esses trabalhadores. Os servidores das Instituições Militares continuam a ser assediados e perseguidos pelas direções autoritárias e antissindicalistas.

O governo ignora todas as justificativas legais já apresentadas para os cargos que devem ser criados, aglutinados, reestabelecidos entre outras solicitações da bancada sindical por meros impedimentos políticos. A terceirização está posta claramente em defesa do capitalismo e tem sido o posicionamento da bancada governista, desvalorizando o servidor público e desempregando os trabalhadores da iniciativa privada.

Todos os prazos de conclusão desses GTs já foram extrapolados, desde a assinatura do Termo de Acordo 2/2012, em 24 de agosto de 2012, que por sua vez previa o prazo máximo de 120 dias para conclusão e no caso do GT Democratização em 180 dias. Às vésperas de completar um ano da assinatura do Acordo pelas entidades, ainda não há previsão para conclusão dos trabalhos e o governo sempre modifica as agendas sem a devida importância aos trabalhadores da educação.

Desta forma, diante desse total descaso do governo solicitamos as bases dedicação a respeito dos temas tratados no relatório geral para construir conjuntamente debates fortalecidos a serem instituídos na próxima Plenária em agosto.

Leia aqui o relatório completo.

Última atualização em Seg, 29 jul. 2013 17:20