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Segundo período do GT sobre RAÇA GÊNERO, ETNIA E TRABALHO INFANTIL apresenta a história da discriminação

altA história de exclusão nas escolas e na rotina dos cidadãos, bem como a questão de cotas para todas as sociedades excluídas, são levantadas no período da tarde do primero dia de GT. A mesa de debates é iniciada com a adição dos participantes Irany Balbino do IFSP e de Ana Carolina Sarmento coordenadora do movimento estudantil da Fenet, com Maristela Farias do Quilombo Raça e Classe, setorial Negros e Negras, coordenando. Acompanhe AO VIVO

"Cerca de 60% dos negros estão na faixa de analfabetismo. Mulheres negras saem do Brasil para serem artistas e chgam lá como prostitutas. As condições de moradia dos negros são quatro vezes pior do que a população branca. Precisamos limitar o capitalismo, que avança através das desigualdades, nos quais precisamos dar passos para minimizar as diferenças.", esclarece Maristela.

Já Ana Carolina relatou a experiência preconceituosa na infância, em que seu avô negro transmitia. Defendeu também, que houvesse maior acompanhamento das pessoas sobre seus direitos, que busquem informações para lutar contra o preconceito. "A falta de informação do que é racismo, levou muitas a serem desrespeitadas e julgadas por sua cor", comenta Carolina da Fenet. Ela questiona a beleza posta na mídia, por exemplo a moda dos cabelos lisos entre as mulheres.

Irany Balbino, ex coordenador do GT hoje em destaque na gestão anterior, explana as dificuldades do negro para se destacar entre os brancos: em que o negro tem que ser muito bom no que faz, estudar e se qualificar mais do que os brancos para geralmente ser reconhecido. Irany poleminiza também, os talentos dos negros nos esportes como o futebol e as dificuldades do combate ao preconceito racial.

As discussões continuam pela tarde relacionando não só o preconceito contra o negro e a raça, mas como para as mulheres e com os homossexuais.

Última atualização em Dom, 21 out. 2012 18:49