Sindicato Nacional dos Servidores Federais
da Educação Básica, Profissional e Tecnológica


Representante dos docentes e técnico-administrativos da Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica
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GOVERNO RECEBE O FÓRUM NACIONAL DAS ENTIDADES DOS SPF E, MAIS UMA VEZ, NADA OFERECE AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS)

Numa reunião bastante participativa, com a presença das 28 (vinte e oito) entidades representativas dos SPF, além de 03 (três) Centrais Sindicais, dentre elas a CSP-CONLUTAS, e cercada pela esperança de que o governo, após realizar 07 (sete) reuniões com o Fórum, e receber o detalhamento da proposta desses(as) trabalhadores(as), apresentasse, enfim, uma contraproposta; a constatação de que isso não aconteceria deixou as representações dos(as) trabalhadores(as) bastante frustradas.

Numa reunião bastante participativa, com a presença das 28 (vinte e oito) entidades representativas dos SPF, além de 03 (três) Centrais Sindicais, dentre elas a CSP-CONLUTAS, e cercada pela esperança de que o governo, após realizar 07 (sete) reuniões com o Fórum, e receber o detalhamento da proposta desses(as) trabalhadores(as), apresentasse, enfim, uma contraproposta; a constatação de que isso não aconteceria deixou as representações dos(as) trabalhadores(as) bastante frustradas.

Logo no inicio da reunião, o governo, na figura do Sr. Sérgio Mendonça, deixou clara a sua intransigência ao afirmar, categoricamente, que será muito difícil apresentar qualquer proposta de reajuste aos(às) Servidores(as) Públicos(as) Federais, reafirmando que continua trabalhando com o prazo de até 31 de julho como data limite para apresentar aos(às) trabalhadores(as) uma proposta; isso, claro, caso o governo resolva fazê-lo.

O governo, apesar de reconhecer as distorções causadas no pagamento dos benefícios aos(às) servidores(as), o que prejudica, e muito, aos do Poder Executivo, alega a impossibilidade de apresentar uma proposta aos(às) mesmos(as), acenando, inclusive, deixar para o ano de  2014 as possíveis correções dessas distorções.

O governo reconheceu que não tinha nada de novo para apresentar, mas registrou sua “tristeza” ao receber o detalhamento da nossa proposta e perceber que reafirmávamos o índice de 22,08% de reajuste emergencial para todos os SPF.

As entidades representativas dos SPF deixaram clara sua insatisfação com a forma pela qual o governo vem tratando esses(as) trabalhadores(as), registrando que não pode aceitar, de forma alguma, os argumentos apresentados pelo governo de que falta dinheiro para essa demanda, uma vez que, somente para criar o FUNPRESP, o governo disponibilizou, nada mais nada menos, que a quantia de R$ 100.000.000,00 (cem bilhões de reais) para garantir esse fundo; entretanto, para o reajuste da categoria dos(as) Servidores(as) Públicos(as) Federais, o que significaria um gasto para o ano de  2013 no valor de R$ 34.000.000,00 (trinta e quatro bilhões de reais), o governo, simplesmente, alega não dispõr dessa possibilidade.

A CSP-CONLUTAS registrou que o prazo dado pelas entidades representativas dos(as) trabalhadores(as) finda em 31/5, próximo; e que as mobilizações estão crescendo, em todo o país, levando muitas categorias a deliberarem pela paralisação dos(as) trabalhadores(as), e que já é do conhecimento do  governo o calendário do Fórum Nacional, que apresenta uma GREVE DE TODOS OS SPF a partir do dia 11/6.

Nesse momento, e de forma profundamente agressiva, a representante do governo, Sra. Marcela Tapajós, afirmou que não estava implorando ninguém a participar das Mesas de Negociações, e que o governo não abriria mão dos seus prazos.

O SINASEFE, por sua vez, registrou sua insatisfação com a postura do governo ao criticar as entidades pela manutenção de sua proposta de 22,08% de reajuste, enfatizando ser esse o momento de o governo apresentar uma contraproposta, uma vez que os(as) trabalhadores(as) já fizeram sua parte, apresentando sua proposta, desde fevereiro passado, ao governo, que até agora não se posicionou, efetivamente.

O SINASEFE reafirmou que, junto às demais outras entidades representativas, não abrirá mão do prazo dado ao governo a fim de que o mesmo se posicione em resposta à classe trabalhadora. Em seguida, foi acordada uma nova reunião a acontecer no dia 31/5, próximo.

Não temos a ilusão de que o governo apresente uma proposta para os(as) trabalhadores(as) no dia 31/5; mas ao concordarmos com essa reunião, demonstramos nossa disposição em negociar, até a exaustão.

O momento agora é o de realizarmos uma discussão bem consistente em nossa 108ª Plena, que ocorrerá nos dias 19 e 20/5, agora; e após as deliberações resultantes dessa discussão, buscarmos a mobilização e união das nossas Bases na defesa as nossas reivindicações.

O Compromisso tem que ser de todos!

Estivemos representados, nessa reunião, pelos Coordenadores Gerais da Entidade, Carlos David Carvalho Lobão e Sílvio de Jesus Rotter.

SINASEFE