Sindicato Nacional dos Servidores Federais
da Educação Básica, Profissional e Tecnológica


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Reunião com MPOG para apresentação da proposta do governo aconteceu nesta quinta-feira (25/06)
Publicado por Mário Júnior - Qui, 25 jun. 2015 17:20

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Na tarde desta quinta-feira (25/06), na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), em Brasília-DF, centrais sindicais e entidades classistas nacionais que representam os Servidores Públicos Federais (SPF) - aglutinadas no Fórum das Entidades Nacionais dos SPF (Fonasef) - reuniram-se com o Secretário de Relações do Trabalho do Ministério, Sérgio Mendonça, para receber a proposta de reajuste do governo prometida para o fim desse mês.

A primeira proposta à nossa Campanha Salarial 2015, lançada em fevereiro, foi de um reajuste fracionado entre os próximos quatro anos (2016 até 2019), com parcelas regressivas de 5,5%, 5%, 4,75% e 4,5% (total de 21,3% com um reajuste incidindo sobre o outro). Devido às pressões das entidades, com greves já deflagradas (como Andes-SN, Fasubra e Fenajufe) e em indicativo (como a nossa), a apresentação da proposta que seria apresentada na semana que vem foi antecipada para hoje.

Prevista para às 14 horas, a reunião começou com quase duas horas de atraso e contou com a participação do SINASEFE NACIONAL, representado pelo 2º Tesoureiro Marcos Dorval. Em breve a Direção Nacional do SINASEFE divulgará um relatório do evento. Clique aqui e confira algumas fotos da reunião.


A proposta

O MPOG fundamentou sua proposta "assumindo" que o país está em crise, falando que vivemos numa conjuntura de restrição fiscal, com aumento de desemprego e redução salarial. O que sabemos que não é verdade pelo quantitativo de recursos desviados para o pagamento de uma dívida pública inexistente, a qual o governo se nega em auditar.

A proposta apresentada demonstra, ainda, que o governo busca reduzir o percentual de sua folha em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), dos 4,2% de hoje para 4,1% a partir de 2018, numa clara tentativa de desvalorização remuneratória dos funcionários públicos. Essa desvalorização já vem sendo posta em prática desde 2002, quando o percentual era de 4,8%, chegando a 4,3% no ano passado.

Clique aqui para baixar os quatro slides apresentados pelo MPOG que contém a proposta e suas justificativas da parte do governo.

Matéria editada às 14h20min de 27/06/2015